Zero 7, The Shins, Izabo, Wolf Parade... Se você é fã de alguma dessas bandas provavelmente já deve ter visto algum dos vídeos desse genial diretor. Adam Bizanski é um Israelita que usa o Stop Motion para criar diversas animações interessantíssimas, além de já ter criado comerciais para televisão e alguns curta metragens usando a mesma técnica.
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Os contemporâneos do auge do programa Silvio Santos vão concordar, não havia nada mais engraçado do que passar as noites de domingo assistindo o Ivo Holanda fugir de pescotapas e empurrões das vitimas das pegadinhas do programa do senhor Abravanel. O que obviamente não é uma ideia original do Silvio claro, antes dele houveram muitos outros programas e quadros dedicados a esse tipo de situação.
Em 2006 o diretor Larry Charles com a ajuda do inconfundível Sacha Cohen levaram as pegadinhas a um outro nível, transformando diversas situações cotidianas em um longa-metragem, com a ajuda, é claro, de diversas pessoas que não faziam a minima ideia que estavam sendo filmadas (tratava-se do filme Borat, o segundo melhor repórter do Casaquistão). Essa receita foi repetida recentemente no filme Vovô sem vergonha, produzido pelo pessoal do Jackass.
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Desde criança que me deparo com obras ficcionais que apresentam mundos diferentes para um mesmo protagonista, antagonizando a realidade ao invés de um determinado vilão de carne e osso. Vou citar alguns de que me recordo para exemplificar (exemplos retirados da minha infância... MESMO! :D)
Cavalo de Fogo - Onde uma camponesa normal e ordinária ganhava a possibilidade de atravessar um portal e ir rumo a uma realidade alternativa onde combatia o mal e defendia o reino que um dia comandaria como regente suprema. O fantástico mundo de Bob - Um garoto de imaginação bastante fértil, que vive situações onde era capaz de tudo que não seria possível no seu ambiente real. Em seu mundo imaginário ele é hábil, forte, e resolve sozinho todos os problemas longe da dependência de seus pais. Pra não prolongar muito o post, vou relembrar a mais recentemente representação... Nárnia - Citado no titulo desse post, uma obra que dispensa apresentações, onde jovens partem rumo a um mundo de fantasia onde são príncipes e princesas habilidosos e respeitados.
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Todo inicio de livro, primeira estrofe de canção, ou post inicial de blog deveria ser elucidativo. Afinal é frustrante não saber as verdadeiras pretensões de algo ou alguma coisa versada, e isso me pego concordando... Mas talvez a ideia de não apresentar tão cedo um proposito esteja entre as principais razões do sucesso de centenas, quiça milhares de escritos por ai...
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